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Assessoria Auxiliar

Uma explicação do processo de reconhecimento e efetivação, para líderes de grupos locais!

Um assessor auxiliar é um profissional que apoia um grupo de ABU em nível local (e às vezes também em nível regional e nacional) de diversas maneiras, inclusive com mentoria, capacitação, encorajamento, orientação aos líderes, e serviços relevantes ao grupo. Salvo algumas raras exceções, ele(a) é alguém que se envolveu no movimento enquanto estudante e tem bastante experiência e sabedoria a oferecer.

Não é necessário nem desejável que todo profissional que apoia a ABU se torne um assessor. O diferencial do assessor é que ele assume um compromisso formal com o movimento, passando a ter certas responsabilidades e privilégios: todo assessor auxiliar presta contas, por meio de relatórios escritos e acompanhamento pessoal, a um(a) obreiro(a) regional; participa dos encontros regionais de assessoria; representa formalmente o movimento; e tem o direito de ter suas despesas ministeriais pagas pelo movimento, como no caso do obreiro. Também há expectativa de que ele se dedique à leitura de material que o capacite para a função, sob orientação do(a) obreiro(a).

A diferença essencial entre assessor auxiliar e assessor de tempo integral (obreiro) é que o assessor auxiliar tem outra vocação (ex. profissão, estudos) e assim dedica menos tempo ao ministério estudantil; também, sua responsabilidade dentro da ABU é essencialmente no âmbito local, não regional ou nacional.

Para alguém se tornar um assessor auxiliar, espera-se que ele(a) já esteja exercendo a função de um assessor junto a algum grupo de ABU. Reconhecendo o valor do ministério exercido, cabe ao grupo local tomar a iniciativa de indagar se ele(a) tem interesse em oficializar este papel e abraçar as responsabilidades e privilégios do assessor auxiliar. Se a resposta for positiva, o grupo deve indicar o nome da pessoa ao Conselho Regional e, não tendo nenhum impedimento, o candidato entrará numa fase de acompanhamento por um(a) obreiro(a). Posteriormente, decorridos pelo menos seis meses dessa fase de acompanhamento, a decisão é tomada quanto à efetivação no ofício. Para isso, o Conselho Regional encaminha ao Conselho Diretor uma ficha de cadastro preenchida, as Bases de Fé do movimento devidamente assinadas indicando aceitação irrestrita, e uma carta do pastor da sua igreja local, indicando apoio para a função.

Existem outros documentos que explicam o ministério do assessor auxiliar; para acessá-los, procure seu obreiro regional.

 

Philip Rout

setembro de 2014

 

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