Blog da ABUB

Violência nas escolas! Onde está a ABS?

Leon Souza
Coordenador da ABS Nordeste

Já faz algum tempo que desejo escrever sobre a violência nas escolas. Algumas poucas vezes trabalhei o tema na região nordeste e com certeza almejo que o nosso movimento como um todo esteja atento a essa tão grande crise vivenciada no Brasil dentro e fora das escolas, sempre envolvendo, de um modo ou de outro, adolescentes que ainda são estudantes.

Antes de escrever pensei em citar fatos que repercutiram e repercutem pelo noticiário brasileiro, mas percebi que seria vã a minha iniciativa, visto que todos, infelizmente, temos em nível local, nacional e mundial sabido de muitos acontecimentos, cada vez piores e mais recentes.

Uma das minhas maiores expectativas é que enquanto igreja e movimento evangélico incluamos esta problemática em nossa seara, até mesmo porque deve fazer parte da nossa discussão, pois não devemos nos esquecer da nossa responsabilidade em buscar as soluções ou ao menos estratégias que minimizem os danos que estão aparecendo.

Temos muitos estudos sobre o assunto. Programas, ONGs, diversos grupos de instituições acadêmicas e até mesmo setores das polícias militares e guardas municipais estão com projetos que envolvem palestras para estudantes, pais e comunidade escolar, dentre outras ações, na tentativa de conter toda essa violência.

Daí eu pergunto, "e nós conhecedores de uma esperança viva, qual tem sido a nossa contribuição? Onde está a ABS?"

Espero respostas, inclusive de mim mesmo!

Fé, Amor e Esperança

3 Comentários

resposta

Bem eu tenho oservado isto como educador e ministro, e na minha monografia vou falar um pouco sobre esse assunto mais trazendo para o papel da capelania neste "problema". A igreja pensa que o ministério pastoral é só aquele que ministra na igreja pregando todo domingo de terno e gravata, não é correto e esses alunos de escola secundária não precisão ser pastoreados?Bem meu próposito como igreja é esse para ajudar nesta violência.

o bulling nas escolas...

usei o termo buling exatamente por ver que a violencia, além das já lamentáveis pancadarias e (pasmem) assassinatos que acontecem nas escolas é apenas a ponta do iceberg... E tem gente que tratam movimentos como abs e abu com desdém... que erro... as pessoas clamam por refeencias... e pra que maior referencia que cristo? seria apenas mais uma das várias propostas que tem por fim trabalhar a falta de conrole que está essa geração... crianças que não tem referencia em casa e que buscam na escola essa formação e lá encontram violencia, preconceito e ameaças por parte dos proprios colegas... lastimável... onde está os cristãos para levarem a paz onde há guerra? bastante pertinente sua reflexão... parabéns!

Resposta ao tema "violência na escola"

Olá, estou acompanhando os escritos no site e tenho uma análise sobre o tema supra. A questão da violência na escola já foi alvo de interpretações por muitos intelectuais sobretudo pelos chamados pensadores da teoria da reprodução. Segundo dados constatados no ambiente escolar de vários contextos socioeconômicos, no Brasil e fora dele, principalmente em Estados republicanos, a escola possui alguns tipos de violência, nesse caso não é a esocla que possui, mas parece que estes tipos de violencia possuem a escola, mais uma coisa precisamos pensar e pontuar: não é possível pensar em um tipo de violência na escola somente. O fenômeno é social e possui diversas roupagens e uma delas e a interpretação de que os atos de violência pdem ser gerados pela escola como forma de manifestação das imposições curriculares, ou mesmo das práticas unilaterais e discursos cuja semântica faz apologia à distinção de classe e lugares variados de origem justificando o fracasso na escola. A este tipo de violencia dar-se o nome de violência "da" escola e as respostas são mais institivas, com foco na sovrevivência do que de caráter consciente e deliberado individualmente. Há outras formas de pensar a violência, mas deixarei para outros comentários. O que preciso afirmar é que há um espaço de diálogo que pode ser mediatizado pela ABS, porém é preciso ter cuidado para não gerar um senso de reponsabilidade que não cabe a um ou a outro movimento, ou grupo e sim ao próprio contexto que usurpação à moral pública, da utopia e às vezes a percepção de injustiças sociais alarmantes, senso de impunidade e daí vai... nesse caso... a escola, os professores, os alunos... são todos vítimas e não agentes de violência. Um abraço! Rodrigo Pereira

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